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RUA DR. MONTEIRO
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Em 7 de Janeiro de 1896, por proposta do vereador Martiniano de Holanda Cavalcanti, as ruas e praças de Miracema passaram a se chamar: A Rua da Estação até o Hotel Carmo recebeu o nome de Rua Firmo Pereira . A Rua Direita até a Praça, passou a se chamar Rua Floriano Peixoto . A Praça do Chafariz foi denominada Praça Dona Ermelinda . A Rua do Padre Domingos foi nomeada Rua Dr. Monteiro . A Rua dos Padeiros passou a se chamar Rua dos Bastos . A Rua do Café ficou com o nome de Rua dos Gabriéis. O Largo da Igreja, com o nome de Largo da Matriz. A Rua Olimpio Padilha Rua Tenente Coronel Manoel Felisberto . Rua da Laje passou chamar Rua dos Padilhas . A Rua das Flores com o nome de Rua José Carlos Moreira . A Rua da Capivara passou a se chamar Rua dos Tostes. A Rua Chico Barbeiro passou a ser Rua Josino de Barros . Rua Padre Domingos ,por proposta do vereador Martiniano de Holanda Cavalcante em 7 de Janeiro de 1896 passou a ser denominada Rua Dr. Monteiro . Vou dar uma relação dos antigos moradores na década de 30 / 40 /50 . ‘A começar pelo lado esquerdo de quem sobe, na esquina, morava um negociante que se chamava Gato Preto depois , Antonio G Álvares ( espanhol) , Sebastião Gonçalves Custodio Cruz , Nelson Peruci , atualmente açougue Rony e Arthur Braga , mais à frente, no sabradinh, foi a farmácia do Scilio. Tempos depois, alfaiataria do Chiquinho. Seguindo, Plínio Tostes , depois Miguel Barros e Hamilton Sales pai de José Hamilton que morreu recentemente , mais à frente David Abrantes ( português ) depois Carlos Pinto Alves , atualmente Chiquinho Alfaiate.Seguindo,Carmem Poly , depois João Simplício , Anizia Magacho, José Torres. Mais à frente onde reside Dr. Fernando Faver, morou um fazedor de caixão , depois a família dos Mouras , Belico um tocador de trombone , Rosalia Alves da Costa e depois Durval Tostes e o Juiz Dr. Rivaldo. Seguindo, na esquina, um terreno baldio onde José Carlos Padilha construiu uma casa e vendeu para Sebastião Ramos, depois Dr. Carlos Sérgio Barbuto , Osvaldo Bastos. Do outro lado da esquina, um prédio alto onde morava o italiano Nicolau Letiere casado com Dona Candinha e pegado ao prédio, Dr. Atevero Perisse. Mais à frente a casa de morada da família de Oscar Machado, dono da Serra Nova. Atualmente a viúva de Hélcio Santos, Malvino Roberto, Manoel Azevedo, Luiz dos Santos e Jota Mecânico.Seguindo, Teodoreto Santos, mais à frente Gerson de Alvim Coimbra e a mãe de José Garibalde, José Agostinho e mais acima, Alcina . Do lado direito de quem sobe, na esquina, uma velha padaria de Dona Otéria, mais à frente um armazém do Marcelino onde foi construída a casa de Reinaldo Tostes . Depois, uma casa geminada onde morou Dona Francisca Tostes , João Frontino , José Barroso, dentista, Benjamim Alexandre , Cid Assumpção e seu pai José Procópio Assumpção logo em seguida, Mariano Tostes , Niméa L.Bravo, logo depois Dona Emilia mãe de Basileu Menezes , atualmente seu filho Dr. Marcio Menezes , mais à frente uma casa geminada onde morou Cirote e do outro lado o motorista Lauro , onde foi construída a casa de Altair M Tostes, mais à frente Zinho Letiere , seguindo Senhor Pedrinho como era chamado, dono de uma linha de ônibus , mais à frente Chico Violeiro , atualmente viúva Sebastião Medeiros , na esquina o bar do Fio como era chamado , fazedor de chupeta . Do outro lado da Rua o Centro Espírita Paz e Harmonia , onde morava o seleiro Dalvo dos .Santos. Na parte debaixo , na subida do morro, Tião Beliscão , Chico Gama fazedor de caixão , José Segurace , Pedro Elidio. | |
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Segurança Alimentar e Nutricional Direito Humano à Alimentação Adequada
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“Estamos saindo de um quadro de desnutrição e indo para a obesidade”. Esta é uma afirmação da nutricionista da Coordenação Nacional da Pastoral da Criança, Caroline Dalabona, durante uma capacitação em alimentação e hortas caseiras. Na ocasião, ficou claro uma preocupação com a mudança nos hábitos alimentares do brasileiro, que deixou de comer cereais, frutas e legumes para consumir produtos industrializados. A mudança de comportamento vem atingindo todas as classes sociais. Por isso, a Pastoral da Criança desenvolveu uma ação para informar sobre como deve ser uma alimentação adequada. “O objetivo é levar o conhecimento sobre alimentação saudável e a prática de hortas às famílias acompanhadas pela Pastoral da Criança”. Os multiplicadores repassam o que foi aprendido para os capacitadores, que levarão as informações para suas comunidades por meio dos líderes. Essa é a forma que a Pastoral da Criança utiliza para multiplicar o conhecimento entre seus voluntários. Na base, os líderes, que visitam famílias com crianças até seis anos, desenvolverão experiências visando criar o hábito da alimentação saudável. Em referência à alimentação adequada e saudável e o direito à alimentação, gostaria de reiterar o já solicitado na matéria de julho/09 nesta coluna, sobre a PEC 047/2003, que está sendo votada na Câmara dos Deputados. Faltando um mês para o Dia Mundial da Alimentação, comemorado em 16 de outubro, a Campanha Alimentação, direito de todos, coordenada pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) tem intensificado as mobilizações em torno da coleta de assinaturas em adesão à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 047/2003, que inclui a alimentação na Constituição Federal, como direito social de todos os brasileiros. De acordo com a representante do Consea Nacional e da Ação Brasileira pela Nutrição e Direitos Humanos (Abradh), Elisabetta Recine, até o momento já foram colhidas cerca de 11 mil assinaturas e a expectativa é aumentar esse número nas próximas semanas. Com a aprovação da PEC Alimentação, Elisabetta Recine, acredita que haverá um reforço político na implementação da Política Nacional de Segurança Alimentar e do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN). "Existe toda uma expectativa de que os programas se institucionalizem, virem programas de Estado e não de Governo. Essa é uma questão fundamental: que a gente tenha políticas que tenham consistência na implementação das suas ações, garantia de orçamento, independente das forças políticas que estejam no governo", vislumbra a conselheira. Acesse https://www.planalto.gov.br/Consea e envie essa mensagem ao seu deputado pedindo que ele vote favorável à PEC 047/2003. Jornal Pastoral/<secretaria@fbsan.org.br> | |
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O QUARTO DELE
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Durante muito tempo foi lugar reservado, onde nem a filha se sentia a vontade de entrar. Era o quarto do casal e havia que ser preservada a privacidade deles. Assim as visitas dela se limitavam as áreas sociais: sala de jantar, sala de visitas. Com a idade avançando, e junto a ela a saúde declinando, foi aos poucos se intrometendo nessa privacidade tão preservada pelos dois. Chegou mesmo a dormir no quarto ao lado para poder atendê-los num momento mais crítico da madrasta. Então sua ocupação de todas as áreas veio com o falecimento da dona da casa. Aí, não houve jeito, a filha tornou-se responsável pelo bom andamento da casa, aos medos, pois qualquer passo em falso soariam as trombetas da vontade férrea do pai. Era necessário usar de cautela e ir aos poucos quebrando a resistência dele, sempre deixando área de manobra para recuos e avanços. Finalmente chegou o dia de inventariar os objetos de adorno do cômodo. O quarto espelhava as características do seu dono. Na cama do casal, com o vazio à esquerda há um cobertor dobrado longitudinalmente à direita, com o detalhe de uma dobra tipo envelope, para o uso dele no inverno. Não há lençol, nem colcha, com seu pijama de flanela ele se embrulha no cobertor. Na estante, ele mantém os livros e os bibelôs do jeito que ela, sua companheira, arrumou. Cadeiras espalhadas pelo quarto guardam, qual gavetas, as pastas de plástico cheias de papel que ele diz não poder esquecer. No armário, que durante quarenta e seis anos guardou as roupas dos dois, hoje acolhe o vestuário dele e caixas e mais caixas de lembranças amorosas. Na mesinha, ao lado da cama onde ele dorme, o retrato da esposa a consolá-lo da ausência, já no outro lado, onde havia o seu retrato a velar pelo sono dela, ele entregou à filha. Mas o quarto comporta ainda uma cadeira de balanço em estado precário e sem uso, duas cadeiras com as palhas do encosto arrebentadas, a mala pesada que foi recolhido de outro apartamento. Todo o quarto respira velhice, desleixo, abandono. Só o lado direito da cama ainda vive. | |
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