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“Até tocar o céu” “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor é de Deus!” (I João 4.7)
Em I Coríntios 13 podemos encontrar os três níveis do amor. Paulo, no versículo 13, fala que o grau da maturidade é a triologia: fé, esperança - na vida eterna - e amor. O amor é a essência da vida cristã e mais importante que o conhecimento. Esse último, por sua vez, é mais importante que a esperança, enquanto a fé, é mais importante que os dons. A essência do cristão é o amor, pois quem não ama, segundo a Bíblia, nunca viu a Deus (I João 4.8). Mateus 22.37-39, recomenda que o homem ame ao seu próximo como a si próprio. Esse é o primeiro nível do amor. Se pudéssemos viver nele não haveria tantas guerras e traições, homicídios ou qualquer forma de desrespeito à vida. Já em João 13.34 e35, encontra-se o segundo nível do amor. Esse exige abnegação e sacrifício, ou seja, estágio no qual o homem é capaz de amar o próximo tal como Cristo o amou, entregando-se a si mesmo em sacrifício. O segundo grau de amor deveria se aplicar nas relações familiares e na vida conjugal, estendendo-se aos vizinhos e companheiros de trabalho, uma vez que, no cristianismo, o outro vem primeiro que o “eu”. Vive-se uma vida em que se busca o bem do outro acima dos interesses particulares. O terceiro grau do amor é expresso em João 17. 23 e 24, onde está escrito que como o Pai ama o Filho, assim devemos nos amar. Com isso, podemos observar um amor uno, perfeito, sem sintomas de inveja, ciúmes ou primazia. Onde não há espaço para nenhum complexo de inferioridade ou de superioridade. Que tipo de amor tem sido evidenciado em nossas casas e refletidos em nossa sociedade? É necessário começar do primeiro nível! E, então, à medida que se aprofundar a intimidade com Deus, aprende-se ultrapassar cada nível do amor. Logo, se passa entender que o amor próprio não é um fi m em si mesmo. Se fosse, estaríamos sendo guiados pela Bíblia ao egoísmo. O amor a si mesmo é a base para o amor ao outro, ou seja, “é uma condição necessária para o altruísmo. Com a prática do amor próprio somos treinados a como amar o próximo.” “O homem ama, porque o amor é a essência da sua alma. Por isso não pode deixar de amar.” (L.T.)
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O mundo é uma bola, mas continuamos caminhando em linha reta. Corto aqui, não planto ali. Sujo aqui, não limpo ali. E assim seguimos de forma linear até que se acabem todos os recursos. Uma sociedade que viva “a prática da ética na busca da verdadeira harmonia para o desenvolvimento e respeito social”, deve ser pautada num sistema “circular” em que a família, a escola, o poder público estejam interligados, mas não da forma linear como se vive atualmente. O poder público não zela pela educação e conduz a sociedade para um consumismo desenfreado e sem limites de consequências sociais e ecológicas. Sem educação perde-se o elo que seria crucial para atingir um equilíbrio entre família, escola e poder público, toda e qualquer mudança que possamos alcançar para o bem comum da humanidade passa pelo processo da “educação”, com ela, uma família pode ter base para saber escolher seus representantes. Representantes com comprometimento ético darão o devido valor a todos os problemas enfrentados pela sociedade, desta forma, teremos um círculo que liga a família à escola, a escola ao poder público, o poder público à família, assim, a verdadeira harmonia para o desenvolvimento e respeito social serão possíveis de se alcançar. Isso ninguém pode negar...
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