| |
DUAS MARINAS
À Rua Rui Barbosa, no Rio de Janeiro, fica o Instituto Fernandes Figueira, onde esteve internada Karine Vieira Firmino, para um cauteloso trabalho de parto, sob os cuidados da equipe médica formada pelas Digníssimas Senhoras Doutoras Daniele, Gisele e Júlia. O estágio de Karine naquele Instituto se alongou por vários dias. Qualquer internação hospitalar desperta, principalmente, nos familiares aflição, ansiedade e a de Karine não foi diferente. Foram muitos os cuidados, as visitas, os revezamentos dos parentes, enfim, das pessoas que tiveram a oportunidade de lhe manifestar seu apreço, acompanhando-a naqueles dias do seu pré-parto. Karine havia perdido uma das amigas de sua grande estima, a saudosa Marina e essa amiga continuava sempre viva em sua mente. Assim, desde quando confirmado por exame que Karine seria mãe de uma menina, imediatamente, lhe veio o pensamento de homenagear aquela que Deus levou com o nome desta que Deus lhe daria. Sonho seu, sonho nobre, acolhido imediatamente por seu marido André Rezuzki dos Santos Pereira, pelas avós Vitória Aparecida Vieira Firmino e Márcia Rezuzki Pereira, pelos vovôs Oscar Luiz dos Santos Pereira e José dos Santos Firmino (nosso Zé Bolão), pois aonde vai a corda, vai a caçamba; o nome Marina foi aplaudido por todos, tornando mais suave o tempo de internação da futura mamãe no Instituto Fernandes Figueira. Continuou Karine internada e por ela, os cuidados, revezamentos e visitas dos seus familiares. Em um dia sem revezamento, porque Karine passava bem, não houve acompanhante, pois lhe bastavam os cuidados da Casa. Aconteceu que um espanto sem medo quebrou a rotina, uma interrogação inquietante correu de boca em boca, uma surpresa, e melhor seria dizer, um mistério, pois quando a acompanhante Vanessa chegou para acompanhar Karine, a recepcionista aconselhou que ela esperasse que a acompanhante Marina deixasse o apartamento.Aí, um impasse, a admiração de Vanessa, porque não havia naquele horário acompanhante e nem outra Marina no relacionamento familiar. Marina, até ali, somente a saudosa, aquela que Deus levou. Constava no período o nome Marina como acompanhante da qual Karine não soube. Ninguém sabe dessa acompanhante, apenas constou na Portaria. Misteriosa informação. Criou-se assim o impasse não resolvido. Segundo os dicionários, mistério é tudo aquilo que a razão não pode explicar, ou compreender, ou todo ato inexplicável. Para o entendimento deste colunista, trata-se de um doce mistério, mas mistério. A Saudosa Marina, a homenageada, veio acompanhar e proteger Karine e a nova Marina, a privilegiada. Privilegiada, porque chegou dia quatro de abril próximo passado, bela e saudável, privilegiada porque devolveu o sorriso da mãe, do pai, dos avós, enfim dos familiares e dos amigos, que não são poucos, privilegiada porque chegou cercada do carinho que toda criança merece, trazendo o doce mistério para nós, os seus amigos, desvendar; privilegiada porque nos proporciona a oportunidade de pensar mais nas coisas do Alto. Parabéns, Karine! Parabéns, André Luiz! E Bem-vinda seja a linda Marina Vitória Rezuski Vieira Pereira e parabéns a todos elos das famílias Vieira e Pereira.
|
|