 | |  | | | | |   |  |  |
 |
|
|
Amaro Sales Cordeiro
Para quem não o conhece seu pai foi agente da estação da Leopoldina em nossa cidade . Estudou no Colégio Miracemense, foi um dos diretores da Vulcan, hoje próspero proprietário de fazendas cafeeiras e do Café Cordeiro. Recebemos o convite anual para participar do encontro de amigos proporcionado pelo anfitrião Amaro Sales Cordeiro, desta vez no salão de festa do Mustique. E lá fomos eu e Nilcea. No salão, muitos convidados já haviam chegado. Amigos de São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói, Campos, e outras cidades. Amigos antigos e novos amigos. Só um colunista social poderia descrever com propriedade este acontecimento. Os desembargadores presente Marcos Faver , José Geraldo Antonio, seus irmãos advogados e escritores Wilson Antonio , João Antonio ( Janjão ) o procurador Geraldo Caldas, Roquinho , José Soldate e esposa, Xico da Gráfica e esposa , Joffre G Salim e família , Carlos Rubens e esposa, José Francisco Soares e esposa, Cibele Caldas e filha , Elcio Bastos e esposa, Amim Amim e esposa , Betinho e Nair , Amadeu Poly , João Leitão , José Torres, Zeni Canela, os ex prefeitos Gutemberg Damasceno e Nedy , Carlos Roberto e Márcia , Crespo , Gloria Vargas , os jornalistas Eraldo Quintanilha , Oriosvaldo Rangel (Ory), José Maria de Aquino, Renato Mercante e Adilsom Dutra . Os médicos Renato Faver, Ney M.Gutterres e esposas , Reginaldo Neto, Paulo Nogueira, Lia Márcia e o marido, Betoven Neiva, Familia de Francisco Correa e muitos outros. O lugar onde eu estava sentado não dava para divisar todos os presentes. A festa estava sendo animada pelo conjunto de Paulinho e de uma cantora internacional. Os convidados foram servidos com bebidas de vários tipos: frios, salgados, saladas e após , um lauto jantar e no término doces . Diversos oradores fizeram uso da palavra para falar a respeito do anfitrião. Marcos Faver fez uma comparação extraordinária sobre a música detalhes de Roberto Carlos e Amaro Cordeiro. Geraldo Caldas lembrou dos tempos idos que não voltam mais. Joffre Salim muito emocionado falou sobre Woltaire. José Maria de Aquino relembrou o seu passado distante vivido em Miracema, dizendo que precisamos fazer uma homenagem ao mestre Joffre. June de Souza Carvalho foi quem saudou a homenageada da noite Maria Felix. Amaro leu um bilhete deixado por Lucia Gualter e disse que esta reunião vem sendo feita há muitos anos quando o Coordenador era o Clélio Mendes (Foguete ). Em épocas passadas foram realizadas no salão do Cinema Sete, fundos da Casa Lotérica de Neném Amaral, Aero Clube, casa de Anunciata e Chicralina Salim, Bar do Sr. Olirio dos Santos, Vale do Cedro e muitos outros lugares. O coordenador da festa Monteirinho e Lena fizeram com que tudo corresse a contento. Os proprietários do Mustique deram a maior atenção aos presente. Esta é a única festa onde o anfitrião Amaro S. Cordeiro além de promover a festa, faz com que todos os participantes recebam presentes. | |
 |
|
|
O precisoso trabalho da Pastoral da Criança
“Jesus, sabendo da pergunta que eles se faziam, tomou uma criança, colocou-a junto de si, ele disse: Quem acolhe em meu nome esta criança acolhe a mim mesmo.” (Lc 9,47-48) Jesus viveu, incansavelmente, semeando o Reino de Deus. Por onde passava plantava uma sementinha desse Reino que propunha como sendo salvação para a humanidade. Porém, indicou, entre outros, um caminho concreto para que se tornasse real o Reino do Pai. O caminho era, justamente, a acolhida à criança, indefesa pela sua naturalidade, desprotegida no seu próprio ser. É aqui que entra o precioso trabalho da Pastoral da Criança no Brasil e fora dele. Trabalho que visa o acompanhamento da criança desde o nascimento até os 6 anos de idade. O labor feito com muita dedicação pelos seus líderes inclui ainda uma presença salutar nas famílias dessas crianças, sem nenhuma distinção. É o Reino de Deus tornando-se palpável. Neste momento, em Miracema, a Pastoral da Criança está em ritmo de retomada, com muito entusiasmo por parte de todos os integrantes, estando as duas paróquias realizando o trabalho em união e parceria, com solidariedade. Gostaria de registrar nesta coluna, a nossa solidariedade, agradecimento e orações para Terezinha, uma pessoa muito sensível e cheia das bênçãos de Deus, que coordenou por um breve período a Pastoral da Criança da Paróquia Santo Antônio, deixando saudades, miracemense que voltou para a terra após 24 anos de ausência, mas, devido a uma fatalidade precisou retornar para estar junto a familiares num momento difícil. Felizmente, a Pastoral da Criança, já conta com uma nova coordenadora, que assumiu com muito amor e alegria mais um desafio em sua vida. Trata-se da professora Elaine de Fátima dos Santos Silva, encontrando o apoio dos demais integrantes, tendo em vista a aproximação de um curso para atualização do Guia do Líder no próximo dia 31/10, que contará também com a presença da nova Coordenadora Diocesana Sra Heloiza H. Carvalho. Sejam bem-vindas, Elaine e Heloísa! Percebemos assim, conforme palavras de Dom Sérgio Krzywy- Bispo de Araçatuba, o Reino de Deus acontecendo bem perto de nós, através do empenho de nossos líderes, que incansavelmente colocam-se a serviço daqueles que precisam um pouco mais de atenção, amor, carinho, acolhida e gosto pela vida, testemunhando com a própria vida os valores do Evangelho, para que “todas as crianças tenham vida e a tenham em abundância”.
(Jornal Pastoral da Criança/07/09) Regina Célia Titonelli Nunes - Rede de Comunicadores da Pastoral da Criança | |
 |
|
|
Por que fui comentar?
Ele me buscou em casa, na baratinha Ford 34, e eu, feliz da vida, com os cabelos ao vento e toda a tralha para uma manhã de praia, segui da Gávea para o Arpoador. Pouco antes de estacionar, conversando despreocupada, comentei que chegara à minha casa o convite de casamento do primo que voejara pelos meus pensamentos nos idos dos 15 anos. A frase: “o primo que eu quis namorar vai casar.” Assim mesmo, curta, sem exclamação, um ponto simples e creio mesmo que sem vírgulas, en passant. Sorria ainda, quando percebi que ele fechara o sorriso, perdera o olhar malicioso e seus olhos negros se adensaram. Aturdida, não me dei conta do que causara tal efeito. Quando ele falou, foi para se dizer ofendido com a minha frase. Era ciúmes. Mas só descobri isso muitas horas depois, quando o Arpoador perdeu a graça, o mar não amoleceu o arrufo, o sol não irradiou o meu dia. Voltamos calados, frustrada eu por não entender que uma simples lembrança fosse capaz de desconsertá-lo, ofendido, ele, com a minha frase. Casamos. Vivemos felizes. Hoje ao saber que “palavras são escorregadias como sabonete e maleáveis como chicletes que depois de mastigadas grudam para sempre e se tornam condenações”, relembro o fato e ainda não sei o que elas formaram a frase que grudou no ciúme dele que me devolveu outras que até hoje estão grudadas no meu espanto. | |
|
| |
| |  | |  |
|