Pág.7-Nº121-Dez/09

                  

 
SANTA CEIA
Venerável Mestre – Jesus; Primeiro Vigilante – Tiago; Segundo Vigilante
– André; Orador – Bartolomeu; Secretário – Mateus; Hospitaleiro - Judas
Tadeu; Tesoureiro - Judas Escariotes; Mestre de Cerimônias – João; Arquiteto
– Simão; Cobridor – Pedro.
Simão e João haviam escolhido o lugar adequado para realização da última
ceia que marcaria também a reunião final sob a presidência do Venerável
(Essênio).
Simão Arquiteto zelara para que tudo estivesse em perfeita ordem.
João Mestre de cerimônia esforçava-se para fazer cumprir o cerimonial.
Venerável Mestre Jesus sentou-se no centro para indicar que dali os raios
luminosos convergiam para o oriente e ocidente.
Pedro que era o cobridor cujas chaves estavam em suas mãos, verificava
que aquele templo do amor estava em perfeita cobertura.
Judas Tadeu Hospitaleiro, atento para defender os doentes e necessitados,
demonstrando sentimentos de caridade.
Tiago primeiro Vigilante e André o Segundo Vigilante, sentados nos dois
extremos impunham respeito aos companheiros das duas alas.
Mateus, Secretário, preparava para registrar os acontecimentos, Bartholomeu,
orador, velava pelos princípios sagrados das antigas leis Judas Escariotes,
tesoureiro, sentara no lugar de costume.
Jesus lavou-lhes os pés, para afirmar que a humildade deve partir dos
mais elevados, provando que a igualdade deve existir e deve ser perpetuada
porque somente ela poderá trazer a paz, que confraterniza os povos.
Iniciada a cerimônia, Jesus anunciou que um dos presentes o haveria de
trair, e que essa traição já estava a caminho.
Judas Escariotes se acusou , e se retirou .
Jesus estava distribuindo o pão e o vinho.
Estava instituído o simbolismo da comunhão do amor, com união de pensamento
através da fé, que é sustentada pela trilogia liberdade, igualdade e
fraternidade.
Em tempo – Todo homem tem direito à liberdade de opinião e expressão;
este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e procurar,
receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente
de fronteiras (declaração Universal dos direitos do homem – Ano de
1948, aprovada na terceira seção da ONU).



 

 " Pausas" Necessárias
Quem não anseia após o corre-corre dos dias, por um belo descanso? De um final de
semana no campo, de um mergulho na praia ou umas férias prolongadas?
Para a maioria das pessoas, custa esse dia chegar. Algo parecido acontece na nossa
vida espiritual.
O próprio Jesus nos dá o exemplo no evangelho, ao se afastar das multidões e se retirar
ao monte ou ao deserto para orar.
É importante saber fazer “pausas” para se refazer e se encontrar com o Senhor. Durante
as pausas, podemos olhar com fé para o Senhor, que nos acompanha. Um olhar assim pode
até fazer a gente mudar de atitude numa discussão acalorada. Os outros percebem, mas
não conhecem a causa.
Nesse tempo de preparação para o Natal pode ser um bom momento para esse silencia
mento. A oração do silêncio. Ensina-nos a “Oficina de Oração”. É um tipo de oração
pouco falada, menos ainda praticada. Nem sempre estamos em condições de retirar-nos
“no deserto”. Nossa vida, geralmente, é agitada, cheia de afazeres. Mas podemos encontrar
momentos de estarmos a sós com Deus e abrir-nos à sua ação. De repente, nos sobrevêm
momentos nos quais experimentamos a presença de Deus, que nos pede que fiquemos em
silêncio, sem dizer nada.
Conta-se que Santa Teresinha, quando começava a rezar o Pai-Nosso, ficava tão tocada
pela palavra PAI, que não conseguia mais continuar sua oração, absorvida pela realidade
dessa palavra.
Muitas vezes, quando as pessoas rezam e meditam, sentem-se atraídas a ficar em
silêncio, sem expressar palavra alguma e ficar simplesmente na presença de Deus. Quando
isso nos acontece, deixemo-nos ficar sossegados, sabendo que Deus está presente. Olhar
e sentir-se olhado; amar e sentir-se amado.
Conta-se que santo Cura d´Ars encontrava na sua paróquia, todos os dias, um homem
simples olhando para o sacrário. Certo dia, o santo lhe perguntou: “Como fica aqui tanto
tempo sem fazer nada?” O homem respondeu: “Eu olho para ele, e ele olha para mim”.
Que os suaves cânticos de Natal
Tragam para você
O silenciamento,
O despertar, a Boa-Nova
Do nascimento de Jesus!
(Adaptação: JO 30/11 a 6/12/2009; 7 a 13/12/2009)
FELIZ NATAL!!!
Regina Célia Titonelli Nunes - Rede de Comunicadores da Pastoral da Criança




  

  
Meus feriados, viagens e férias
Dos feriados lembro-me de ir ao centro da cidade para assistir aos desfiles de 7 de
setembro, talvez ainda no final da infância. Acredito ser Vovó quem nos levava. Devíamos
ir de bonde ou de ônibus e, provavelmente, parávamos na altura do Tabuleiro da Baiana,
no Largo da Carioca nos dirigindo à Av. Rio Branco em busca de uma calçada de onde
pudéssemos ver o desfile.
No Carnaval creio que ou ficávamos em casa ou íamos para Bom Jardim, no sítio do
amigo da família Pierre Barrier.
Na Páscoa, havia a busca de ovinhos que Mamãe sempre escondia a nosso pedido.
No Natal, também Papai Noel se fazia presente embora já não houvesse crianças crédulas
no bom velhinho, mas Mamãe curtia a festa e nos incutiu esse gosto que eu levei para o
meu casamento. Até hoje, é festejado por filhos e netos.
Já as viagens não eram do nosso hábito. Idas ao sítio de Bom Jardim para uns raros
fins de semana, idas à Belo Horizonte, com Mamãe, para uns dias em casa do meu tio avô,
pai de nove filhos, no período das férias escolares. Outras vezes um pulo em São Paulo.
Lembro-me de ter visitado a cidade por ocasião do 4º Centenário, onde ficamos, Mamãe e
eu, num hotel. Visitamos uma exposição sobre a data e no hotel, num fim de tarde, cruzamos
com Dorival Caymmi. Para variar, apesar da emoção de estar perto de um dos ídolos da
MPB de então, como boa carioca tímida, não dei a perceber.
As férias eram passadas, de modo geral, em casa com idas mais freqüentes à praia, ao
cinema, já que os arrasta-pés de sábado estavam suspensos, pois a família Solberg saía de
férias para Teresópolis. Enfim férias era um período mais ou menos morto.
Querida Ricarda, porque recebi o Liberdade de Expressão e li o que escrevi me dei conta
de que ao digitar o texto para minha professora cometi um erro na palavra ROMANCEAR
que foi escrita ROMANCIAR. Como ele escapuliu da nossa vigilância venho pedir a
você, que se possível, comente no próximo número meu erro, podendo inclusive usar este
email que eu estou lhe mandando. Grata como sempre da sua atenção e carinho,
Beijos, Gilda.


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