Pag.5-Nº128-Jul/10
    

 

VAMOS TOCAR UMA"VUVUZELA"

   

   Como havia escrito numa crônica passada, essa Copa não era nossa, a nossa é daqui a quatro anos, pelo menos temos a garantia de que ela será aqui. Quanto a vencê-la, já vimos que por ser redonda a "Jabulane" não tem rumo certo, certo mesmo é que por aqui ao invés de vuvuzelas, teremos muita batucada. Em 2014 o samba vai rolar no Mundo, esperamos que até lá a dona FIFA já tenha evoluído (para o bem do futebol). Com tanta tecnologia já chega de depender da arbitragem, que é sempre crucificada, como se nunca pudesse errar, e nós, em câmera lenta, vemos como ela erra. No basquete da NBA os árbitros já usam o replay para conferir lances polêmicos. É simples, pintou dúvida, eles param o jogo e dão uma olhada no monitor que fica a disposição à beira da quadra. Bom, mas isso é só uma das muitas mudanças que o futebol precisa fazer para sobreviver ao século XXI e nós precisamos voltar ao século passado e resgatar o prazer de jogar bola, de certa forma ainda bem que não vencemos essa Copa. Seria ruim demais aplaudir o futebol burocrático do Dunga. Só pra lembrar, a seleção de 82 do Zico, Sócrates, Falcão, etc... embora tenha perdido a Copa, é sempre lembrada pelo belo futebol e a seleção de 2010 fatalmente não terá a mesma honra, isso ninguém pode negar...


 
 
  

        

                                 No caminho de Emaús.

                                                                  (Lucas 24:13-35)

  

   Era manhã do terceiro dia após a crucificação. Como o profeta Isaías havia profetizado no capítulo 53, "Ele foi transpassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades."
   Os discípulos estavam arrasados. Eles não haviam entendido a mensagem de Jesus. Eles esperavam que Ele fosse libertador político para Israel, mas Jesus veio para libertar suas almas.
   Com seu ânimo abatido, Pedro resolveu voltar à sua antiga profissão de pescador (Jô 21.3). Queria isolar-se de tudo e de todos na solidão do mar. É o mesmo que muitos fazem hoje, isolam-se dos amigos, da família, da igreja para ver se conseguem assim afastar os motivos que geram suas mágoas.
   Jesus aparecera aos dois discípulos e com eles tivera uma longa conversa e eles não conseguiram perceber quem caminhava ao lado deles. Isso é muito comum nos grandes estados de depressão. A pessoa fica tão triste que acaba por não perceber as alegrias que estão à sua volta. Jesus pode estar ao seu lado e você nem O percebe. Ele está com você através de uma palavra amiga, do sorriso de um filho, no olhar sincero, no nascer do sol, no cair da tarde, nessa mensagem escrita.
   E Jesus pergunta-lhes: "_Que é isso que vos preocupa?" Ainda hoje Ele se interessa pelas nossas aflições e está pronto a nos apontar uma saída. Logo depois, os dois discípulos convidaram o Mestre para entrar em suas casas e ficar com eles. Diz a Bíblia que "tomando Ele o pão, abençoou e, tendo-o partido, lhes deu, então se lhes abriram os olhos, e O reconheceram; mas Ele desapareceu da presença deles."(v 30-310).
   Foi no partir do pão que eles reconheceram Jesus e é na comunhão com os nossos irmãos e com o próximo, que também O reconhecemos. E então acordamos do sono das tristezas e depressões e passamos a procurá-lo colocando a verdade de sua palavra, a fé, a esperança e a alegria no foco principal de nossa vida.
   Após reconhecerem Jesus, os discípulos retornaram imediatamente a Jerusalém. "Na mesma hora, levantando-se, voltaram para Jerusalém" (v 33).
   É o que Jesus quer que aconteça. É preciso que o homem levante a cabeça, saia da pequena aldeia do passado em que está e caminhe em direção a Jerusalém. Onde, junto com os outros discípulos, possa contar suas experiências, dividir suas alegrias e prosseguir sem medo a contar as estrelas do céu, tendo uma vida feliz.

 

 
Página 1Página 2Página 3Página 4Página 5Página 6Página 7Página 8Mural de RecadosGaleria de ImagensExpediente