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Finados
Nosso futuro bem-estar depende de como nós procedemos nesta vida. Então devemos viver de tal modo que a morte não represente nenhum terror para nós. Pelo contrario, haverá um alivio de nossas provações para regiões espirituais, lá em cima. Dois de novembro é o dia em que reverenciamos os nossos entes queridos que já se foram . Fiz uma visita ao cemitério que por sinal estava limpo e perfumado pelas flores espalhadas por cima dos túmulos. Encontrei com diversos amigos que há muito não os via, Tivemos a curiosidade de reparar que já não há lugar para enterrar a não ser nos túmulos existentes ou nas gavetas . Antigamente em frente ao cemitério existia uma cruz de madeira pintada de preto onde muitas pessoas acendiam velas para as almas, E no portão antigo do cemitério um pequeno sino .Depois de alguns anos foi arborizada e feito um corrimão dos dois lados e uma rampa cimentada . Havia também o caixão da misericórdia que era fornecido pela prefeitura. Despejavam o falecido e o caixão era devolvido. Era sem alças, carregado por quatro varões. O nosso cemitério existe há mais de 128 anos e tem lápides que foram transportadas para lá com aproximadamente 153 anos .Tiramos a conclusão por repararmos nos primeiros túmulos ali existentes . Muitos deles em péssimo estado de conservação outros bem cuidados. .Queremos crer que os primeiros são os mais antigos pelas datas neles inscritos. Na entrada, pelo lado direito, América Ventura Homem 1891-1917 -Joaquim José de Andrade 1901-José Tostes Sobrinho 1880 – 1920 .Plinio Tostes 1906-1960 . Emérita 1911- 2003 . Jacinto Martins -1911. Maria de Lourdes Tostes 1914. Adelino Vaz Jales 1888-1928. Anna Padilha Tostes 1888 -1928. Aurélio Moreira Jr sem data . Milton G Mattos 1895 -1926. Letícia Maria da Conceição 1887 1890 e José Luiz Homem 1884 -1920 e 1919-1931. Do lado esquerdo, Deodato Linhares 1839-1897. Cristiano Rodrigues 1887-1934. José Nolasco da Silva Bastos 1884-1939. José Bernadino de Barros Coimbra 1854 – 1896 . Anacleto R, Siqueira Alvim 1817 - 1887 , Anna Carolina Tostes 1861- 1921,. Marcelino Tostes 1891 -1969. Flora Lovise Perlingero 1888.- 1913. Orlanda Martino 1901-1928. Dover Nascimento 1896. Joaquim Jose Bastos 1814-1898. DONA ERMELINDA RODRIGUES PEREIRA 1785- 1855. Alferes de Cavalaria do Exercito Imperial Horácio Antunes Ferreira da Luz 1788-1855. Luciana Pereira Rodrigues 1818 -1878. Joana Bruno de Martino 1921. Pelos dados aqui registrados vimos que desde 1855 já se enterravam neste cemitério O homem no caixão e a mulher chorando a lamentar: - Agora meu amor você vai para um lugar muito ruim, muito triste, sem ar, sem luz e sem água . O bebum que fazia velório, olha pro defunto e diz : - Já vi o bicho que vai dar , Vão enterrar lá em casa. Como bater o SINO da Igreja para enterro de adultos? Bater o sino grande intercalado com o sino pequeno assim . /// .. // . /// .. // . /// .. // . /// .. // . /// ... O ponto pequeno significa o sino pequeno, Os traços significam o sino grande. O SINO para enterro de crianças, Bater o sino pequeno - direto e lento. O SINO das 6 horas da manhã e as 18 horas (Ave Maria ).Primeiro bate o sino pequeno que é o da corda fina (à direita ) 3 vezes , espera. Bate mais 3 vezes. Espera. Bate mais 3 vezes em seguida bate só o sino grande, que é o da corda grossa à esquerda. Às 12 horas ( meio dia ). Bate o sino grande , corda grossa ( à esquerda ) SINO para a Missa ( sino alegre ). Bate o sino pequeno bem rápido e direto, junto com o sino grande. Observação : Este sino deve ser tocado 1 hora antes e também 30 minutos antes da missa . O poeta diz: Sino coração da aldeia – Sino coração da gente .
Um a sentir quando bate. Outro a bater quando sente. |
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Cuidando da alimentação das crianças
Comer é essencial para nossa vida, precisamos portanto, cuidar muito bem da alimentação do dia-a-dia. Cuidar da alimentação da criança é cuidar da saúde dela e do seu crescimento. Esse cuidado já começa na gravidez, quando a mãe cuida da sua alimentação e passa os nutrientes dos alimentos que ela come para a formação do bebê. O bebê nasce e até os seis meses a mamãe tem o alimento certo para ele: o leite materno. É o alimento que vai proteger o bebê das doenças, em especial, da desnutrição e da obesidade. O bebê cresce rapidamente e, depois dos 6 meses, ele precisa e quer experimentar novos alimentos. Esta fase é importantíssima para a criança ter um hábito alimentar saudável e levar este hábito para toda vida. Quais alimentos são bons para oferecer nesta idade? • Frutas da época • Verduras e legumes • Papas que podem ser feitas com frutas (papa doce) e as papas salgadas com os legumes, raízes, verduras, carnes e feijão. É bom lembrar que a papa precisa ser apenas amassada (não precisa ser batida no liquidificador), assim a papa fica mais consistente e nutritiva. O que não é bom oferecer? • Açúcar e todos os alimentos que contém muito açúcar como biscoitos recheados, suco em pó, refrigerantes; • Alimentos muito condimentados como salgadinhos, salsichas, macarrão instantâneo e outros que já venham prontos em pacotes. Além de cuidar da escolha dos alimentos, a apresentação da comida, os horários e o local das refeições também fazem parte dos cuidados com a boa alimentação. O líder deve conversar com as famílias sobre a importância de escolher os alimentos saudáveis para as crianças e, junto com elas, ver quais os alimentos mais acessíveis na comunidade. Suco ou vitamina de mandioca 01 copo (geléia) de mandioca cozida e sem o fio; 03 copos iguais de água gelada; 06 colheres (sopa) de leite em pó; açúcar a gosto; canela opcional. Modo de fazer: Bata tudo no liquidificador. Você pode, se preferir, trocar a mandioca por abóbora madura.
Jornal da Pastoral da Criança Abril/2008
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NA EMBAIXADA
Em viagem ao exterior, hospedada em casa de amigos, foi convidada para uma reunião na Embaixada do Brasil. Sempre fora indecisa, sempre se sentira uma outsider nos ambientes de protocolos e requintes e já aí tinha motivos suficientes para declinar o convite, mas. como houvesse insistência e percebesse que uma recusa seria deselegante, armou-se de coragem e deu o seu sim. Amanheceu com angústia e ansiedade A primeira dificuldade surgiu com a pergunta : Qual a roupa adequada? Resolvido o item número 1, o traje, restou aceitar o desconforto do desconhecido, pois iria apenas acompanhada da amiga da amiga que a hospedava. Na hora aprazada, a senhora brasileira, que transmitira o convite, veio buscá-la e com conversa amena tornou o trajeto, até a embaixada, curto e agradável, dissipando a apreensão incrustada na timidez. Agora era a provação de enfrentar uma sala de rostos desconhecidos mas animados por serem um grupo específico: o Corpo Diplomático. Torcendo para não receber holofotes, aquietou-se num sofá para ser presença atenta às conversas que mantinham a atmosfera civilizada e com distinção. A dona da casa, embaixatriz experiente, soube com delicadeza envolvê-la no grupo sem exigir opiniões, sem jogar holofotes e sem atrair olhares em sua direção. Aos poucos ela deixou de se sentir desconfortável conseguindo, até mesmo, participar de uma das rodas formada por senhoras educadas no convívio seleto da Diplomacia. A serenidade finalmente a envolveu e atenta acabou se sentindo integrada nesta tarde de amenidades. Foi a sua primeira vez entre pessoas que sabem o que vestir, o que conversar, como não monopolizar a atenção de alguém, como borboletear entre os grupos sempre com maneiras suaves, gestos contidos, sorrisos acolhedores ... Naquele estranho chá, durante o qual se deu conta que tanto na Embaixada do Brasil como na companhia de pessoas amigas para festejar 50 anos de vida, o que importa é saber se colocar em harmonia com o grupo. | |
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