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RONY CARNES
Serviço, higiene, tradição e qualidade
Falar de carnes é associar aos hábitos alimentares do inicio da civilização. Os povos primitivos eram provavelmente vegetarianos, alimentavam-se de frutos, grãos e raízes mais recentemente por instinto vital reforçaram sua alimentação vegetariana com carnes de caça que provavelmente as cruas, já que nessa época não se conhecia o fogo. Então o homem aprendeu a fazer o fogo que transformou sua vida, estava descoberta a arte da culinária, rapidamente criavam-se métodos de conservação para carne. O homem interferindo no ambiente passou a produzir seu próprio alimento e a domesticar animais. Em cada uma dessas civilizações com as mais diversas crenças, tradições e necessidades alimentares tratavam a carne como algo sagrado, impondo regras e leis para que pudessem ser consumida com mais segurança. Algumas das crenças dos povos sobre a qualidade e o comércio da carne do mamífero conhecida e utilizada como alimento do homem desde as mais remotas eras, passaram integralmente aos textos que formam os livros sagrados da mais antiga religião conhecida pela história, A bíblia dos povos cristãos estabelece preceitos muito claros quanto aos animais que se pode comer, - Levitico capitulo 11 versículo 3: "todos quadrúpedes de casco partido e fendido em duas unhas e que rumina podereis comer" se chama de animal imundo e faz uma ressalva o porco, pois embora tenha casco partido e fendido em duas unhas, não rumina será imundo para vós. No Alcorão, livros sagrados do Islamismo, que contém as doutrinas de Maomé, tanto quanto o rito judaico fazem situações sobre a carne que poderás comer e normas severas para a matança das reses que servem de alimento humano. Mas toda organização vigente no comércio de carnes tem sua origem na legislação romana, que rompe a relação direta existente entre sacrifício animal e a matança das reses. Os sacrifícios por motivos religiosos continuavam sendo realizados nos templos, porém se instituiu a matança industrial para o abastecimento público de carnes. O abate que inicialmente se realizava em casas, lentamente passou a dar lugar para a indústria de carne. Nasce o açougueiro, ofício que representa entre os povos civilizados uma importante ocupação humana. Já na Roma antiga a profissão de açougueiro foi regulamentada, dotada do privilégio e diversificada de acordo com os animais que se abatiam, mas foi em 1096 que criou o primeiro açougue de Paris durante o reinado de Felipe Augusto e os açougueiros obtiveram do rei um despacho que lhes concedia a propriedade perpétua de seus estabelecimentos, assim constituiu a poderosa Costa da Groud Bucherie (O Grande Açougue) dirigido por muitos tempos por família de influência política na sociedade Parisiense. Falar de Rony Carnes é fazer um reconhecimento de uma linhagem de açougueiros, que continua a dignificar com inúmeras contribuições a comercialização de carnes em Miracema. Rony de Moraes Tostes começou pelos anos de 1955 com um botequim, onde se desmanchava o porco e se fazia aproveitamento de suas partes como lingüiça e chouriço miúdo cozido e etc. Foi de fato em 1970 que começou a se firmar a grande família do Rony Carnes com a visão de comercialização de carnes, aonde nos dedicamos a escolher os animais para abater, cortar, processar e comercializar a carne para seu melhor prato. Com isto, estamos dando um salto de qualidade e dominamos o assunto na teoria e na faca e com uma continuidade no aperfeiçoamento. Portanto, a missão do Rony Carnes é proporcionar venda de carnes com qualidade e higiene que excedam as expectativas dos clientes e satisfação das necessidades dos seus colaboradores, com respeito ao meio ambiente.
Carlos Alberto M. Tostes |