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Esta poesia surgiu, após ler o jornal Liberdade de Expressão de outubro de 2010, ano IX, nº 131. Ele é dirigido por idealistas e a idealistas se destina
LIBERDADE DE EXPRESSÃO I Liberdade é uma Lei, Lei com “L” maiúsculo, Uma Kósmica Lei. As Leis devem ser cumpridas. Como cumpri-las, porém, Sem entendê-las, também? II Liberdade de Expressão É o ponto alto da lei, Nossa lei, Não a Kósmica Lei. Liberdade de Expressão, Como atingi-la e conquistá-la, Sem, antes, conquistar A liberdade do corpo? (Pois o corpo pode preso estar). Liberdade de Expressão, Como atingi-la e conquistá-la, Sem, antes, conseguir A liberdade de ir e vir, Se não tenho Como a passagem pagar? Como? III Sem, antes, saber o limite Da função de cada ser, Inclusive do meu ser, Eu entro na sua função E, no seu direito, eu entro. E, então, onde estarão As liberdades do seu ser? IV A escravidão da Grande Mídia Que dita nossas ações Do comprar ou não comprar, Do fazer ou não fazer, Do votar ou não votar... Que, então, vamos fazer? V A escravidão do não emprego E a escravidão da profi ssão, Neste competitivo mundo, Deixa-nos sem liberdade, Isto é uma verdade, Sem qualquer contestação. VI Há que se implantar, no mundo, Maior cooperação, Pois, somos irmãos, Filhos do mesmo Pai, Do nosso Deus em ação!
NHÔ-VÔ-ÊH-HI-PHU.
(Pseudônimo de Alceu Leal, primo de Ricarda Maria. Homenagem ao Jornal Liberdade de Expressão)
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