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TEOSOFIA |
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Diz em um livro de Teosofia que um FAMOSO palestrante começou seu seminário para trezentas pessoas segurando uma nota de 100 reais e perguntou: - Quem de vocês quer esta nota? Todos ergueram as mãos. Então ele disse: Darei esta nota a um de vocês esta noite, mas primeiro deixem – me fazer isto: E amassou totalmente a nota . Perguntou outra vez: - Quem ainda quer esta nota? As mãos continuaram erguidas. Em seguida o palestrante deixou a nota cair ao chão, começou a pisá-la e a esfregá-la. Depois pegou a cédula agora, já amassada, imunda e perguntou: - E agora? Quem ainda quer esta nota de 100 reais? Todas as mãos voltaram a se erguer. O palestrante voltou –se para a platéia e explicou o seguinte: Não importa o que eu faça com o dinheiro. Vocês continuam a querer esta nota porque ela não perde o valor. Isso também ocorre conosco. Muitas vezes em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos nos sentindo sem importância. Mas, não importa jamais perdermos o nosso valor. Sujos ou limpos, amassados ou inteiros, magros ou gordos altos ou baixos, nada disso importa. Nada disso altera a importância que temos. O preço de nossas vidas não é pelo que aparentamos ser, mas pelo que fizemos e aprendemos! Agora, reflita bem e procure em sua memória. - Cite 5 pessoas mais ricas do mundo 2 - Cite os últimos vencedores do Premio Nobel . 3 - Cite os 5 últimos vencedores Big-Brother.. É difícil lembrar? Não se preocupe. Ninguém se lembra dos melhores de ontem . Os aplausos vão se embora. Os troféus ficam cheios de pó. Agora faça o seguinte: 1 - Cite 3 professores que te ajudaram na tua verdadeira formação . 2 - Cite 3 amigos que já te ajudaram nos momentos difíceis. 3 – Pense em algumas pessoas que te fizeram sentir alguém especial . Lembrou? Melhor, não é verdade? As pessoas que marcam a nossa vida não são as que têm as melhores credenciais, com mais dinheiro ou melhores prêmios. São aquelas que se preocupam conosco, que cuidam de nós, que estão ao nosso lado.. Reflita um momento; A vida é muito curta . Você, em que lista está? Não sabe? Você, minha leitora, não está entre as famosas, mas está entre aquelas que me lembro com carinho e gratidão no “Dia Internacional da Mulher”. Dedico esta mensagem para cada uma neste ano de 2011!
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Reflexões: Campanha da Fraternidade 2011 Oração da Campanha da Fraternidade.
Senhor Deus, nosso Pai e Criador. A beleza do universo revela a vossa grandeza, A sabedoria e o amor com que fi zestes todas as coisas, E o eterno amor que tendes por todos nós. Pecadores que somos, não respeitamos a vossa obra, E o que era para ser garantia da vida está se tornando ameaça. A beleza está sendo mudada em devastação, E a morte mostra a sua presença no nosso planeta. Que nesta quaresma nos convertamos E vejamos que a criação geme em dores de parto, Para que possa renascer segundo o vosso plano de amor, Por meio da nossa mudança de mentalidade e de atitudes. E, assim, como Maria, que meditava a vossa Palavra e a fazia vida, Também nós, movidos pelos princípios do Evangelho, Possamos celebrar na Páscoa do vosso Filho, nosso Senhor, O ressurgimento do vosso projeto para todo o mundo. Amém.
Iniciei este texto com a oração acima, pensando em refletir, nesse tempo de Quaresma, sobre a Campanha da Fraternidade, que já se tornou desde 1964, um apelo para todos nós, de conscientização, vivência e gestos concretos sobre a prática da fraternidade. Com o tema: “Fraternidade e a Vida no Planeta e o lema “A criação geme em dores de parto (Rm 8,22), a Igreja e a sociedade refletem sobre a gravidade do aquecimento global, o uso racional das energias, o desenvolvimento econômico e social, a preservação da Amazônia, o agronegócio, a biodiversidade, a água e as mudanças climáticas. É a contribuição que damos para nós mesmos, já que “tudo o que acontecer à Terra, acontecerá aos filhos da Terra”. Estamos vivenciando inúmeros desastres ecológicos e sociais causados por chuva, ventos, furacões, tsunamis, secas, ondas de calor e incêndios, causando inquietações nas pessoas que se perguntam: o que está acontecendo? Por que tudo isso agora? É algo natural, uma mudança que nasce da história da Terra? Ou não? Mas, então, o que está provocando essas mudanças? Ainda há algumas pessoas que duvidam, mas já se pode dizer que há um consenso mundial sobre essas mudanças que mexem com o clima na Terra em nossos dias: elas não são coisa natural, fruto de movimentos da natureza da Terra; ao contrário, são mudanças provocadas por ações humanas, de modo especial as ações que tem a ver com o que se tem chamado de “progresso”. Esse “progresso”, que domina o mundo, culminou no desequilíbrio do clima na Terra. A Campanha da Fraternidade quer trabalhar estimulando o pensamento crítico e às mudanças que precisam chegar ao modo de produzir, de consumir, de pensar, de sentir, em favor das mudanças profundas que devem ser feitas para salvar a vida na Terra e a vida da própria Terra. A humanidade está diante do seu maior desafio: ou muda o seu jeito de viver, ou pode não conseguir adaptar-se ao calor e às demais mudanças climáticas. Lembrando o Papa João Paulo II, sempre sensível às problemáticas da humanidade, relaciona a paz entre os homens com a paz na natureza e em sua Mensagem para a 23ª Jornada Mundial pela Paz, ele relaciona a paz com Deus Criador e a paz com a criação, afirmando que se o homem não está em paz com Deus Criador e com a criação, toda a criação sofre, e cita a crise ecológica como uma crise moral. O Papa Bento XVI tem manifestado grande preocupação pelas questões ambientais e inserido as temáticas elativas ao meio ambiente nas discussões e documentos relevantes da Igreja. E, em sua mensagem ele diz:“É com viva satisfação que venho unir-me, uma vez mais, a toda Igreja no Brasil que se propõe percorrer o itinerário penitencial da quaresma, em preparação para a Páscoa do Senhor Jesus, no qual se insere a Campanha da Fraternidade, pedindo a mudança de mentalidade e atitudes para a salvaguarda da criação”. “Recordando que o dever de cuidar do meio-ambiente é um imperativo que nasce da consciência de que Deus confia a Sua criação ao homem não para que este exerça sobre ela um domínio arbitrário, mas que a conserve e cuide como um filho cuida da herança de seu pai, e uma grande herança Deus confiou aos brasileiros, de bom grado envio-lhes uma propiciadora Bênção Apostólica”.
(Manual da Campanha da Fraternidade 2011)
Regina Célia Titonelli Nunes- Comunicador Popular da Pastoral da Criança
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Nossa Mãe ! Que bagunça! Disse para mim mesma, olhando para meu quarto todo revirado. Estava no Rio, deixara minha casa em Miracema quando o telefone tocou.Era Joana, minha fi el escudeira que, ao chegar para trabalhar lá em casa, encontrou tudo revirado, e avisou: “ É preciso que a senhora venha, devemos chamar a polícia”. Não titubeei. Peguei o ônibus e no início da tarde chegava em casa. O pior foi a sensação de invasão da minha privacidade. Mãos alheias reviraram gavetas, mexeram nos cabides, roubaram objetos de armários. No primeiro momento era até difícil de fazer um rol das coisas que faltavam. Com a chegada da autoridade, não houve melhora para o desconforto. Senti que o inquérito não teria o fim esperado – a resposta de quem fi zera aquilo! O homem saiu . Eu me senti desalentada e me restou acompanhar Joana a contabilizar o prejuízo enquanto colocava, de novo, o quarto em ordem. O pior foi dormir num quarto que fora invadido por alguém sem rosto, sem mãos, sem pés. |
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